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Resenha A menina que colecionava borboletas

26 fev

“Quando passamos a ser independentes, nossos sonhos se tornam uma bússola e vamos descobrindo aos pouquinhos para que lado fica a tal da felicidade.”

Bruna Vieira, a blogueira e escritora que esta fazendo o maior sucesso com seus livros traz seu novo livro de crônicas : A menina que colecionava borboletas.

Fato é que todo mundo coleciona borboletas, no coração, no estômago, no corpo todo e praticamente a vida toda. São essas que nos dá aquela sensação de medo e ansiedade principalmente quando precisamos enfrentar novos desafios em nossas vidas.
A passagem para a vida adulta e todas aqueles questionamentos que nos fazemos foi a inspiração dessa vez, Bruna coloca todos os seus sentimentos sobre essa nova fase de sua vida nesse livro escrito com muita verdade, em tudo, falando de dúvidas, amor, a forma como nos enxergamos, opiniões alheias e muito mais.

Eu adoro ler crônicas, me inspira e me ajuda muito a escrever as minhas crônicas depois, além disso sinto uma proximidade maior com o autor e vamos combinar que o livro se torna mais interessante quando conseguimos essa ligação tão legal com quem escreve não é?

As ilustrações são lindas, começando pela capa, vocês podem conferir nas imagens.

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ImagemObs: desculpe pelas imagens tremidas 😦 hahahaha.

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A Bruna consegue me fazer bem em cada texto, cada livro e sou leitora fiel com certeza.
Borboletas são seres que não tem medo de enfrentar o que for para conseguir se transformar em algo mais belo saindo de seu casulo, isso tudo sem deixar de ser o mesmo ser de antes.

Acho que isso me lembra a maturidade e ao mesmo tempo a importância de continuar sendo um pouco de tudo que sempre foi, aquela essência que torna cada pessoa única.

Tenho muitos motivos para gostar muito de borboletas!

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Resenha – A menina que roubava livros.

27 jan

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Sei que muitos já leram esse livro mas ainda recebo muitas perguntas a respeito dele então resolvi fazer uma resenha do mesmo, aproveitando que ele vai virar filme em breve!

A guerra na Alemanha levou milhões de vidas, trouxe um sofrimento irreparável e a morte estava ali o tempo todo em constante trabalho carregando as almas daqueles que já não tinham mais chances de seguir em frente.

Por mais estranho que pareça, a morte conta a história de vários personagens, todos fazem parte da vida da principal, a sonhadora e curiosa Liesel.

Liesel é uma garota encantadora que desde muito cedo teve de enfrentar problemas que nenhuma criança deveria passar, assistir a morte de seu irmão em uma viagem que teria como destino final a separação entre ela e sua mãe, ela seria adotada por outra família. Apesar da tristeza da perda de seu irmão algo acontece ali que iria mudar para sempre sua vida, o coveiro esquece um livro no enterro: O manual do coveiro.

O fato é que aquele livro não era dela e mesmo assim aquele objeto nunca visto antes a atraiu de uma maneira sem explicação, ela o pegou e naquele exato momento aquele livro trouxe um novo sentido a sua vida.

Então você pode pensar: como é que uma garotinha iria achar graça em manual de coveiro?
Aliás, ela não sabia ler, então independente do tema ela queria mesmo era decifrar o conteúdo que ali estava.

Ela levou esse livro para sua nova vida na rua Himmel onde lá ela viveu momentos alegres ao lado de seus amigos, destaque para o melhor deles, o seu melhor amigo Rudy Steiner. Recebeu a ajuda da mulher do prefeito para viver mais histórias em meio a tantos livros que ela tinha em uma biblioteca pouco visitada.

Não sei se você já ouviu falar um pouco sobre essa história, se a resposta for sim já sabe que eu estou levando em conta a parte mais feliz. Na verdade é uma história bem tocante e triste mas também cheia de esperança não só pelos olhos de Liesel mas também por mais um amigo, Max Vandenburg, um judeu que se refugiou no porão da casa de sua família adotiva além de seu pai adotivo Hans Hubermann, um homem bondoso que faz de tudo para ter uma família feliz mesmo aguentando os gritos de sua esposa Rosa Hubermann.

São quase 500 páginas, alguns não gostaram mas a maioria que leu adorou. Eu fiquei muito na dúvida se comprava esse livro ou não, quando a história não atrai é bem difícil terminar de ler um livro tão grande mas eu li em poucos dias porque a Liesel é tão fofa que fiquei me sentindo triste quando o livro acabou.

Não vejo a hora de ver o filme, espero que seja tão emocionante quanto o livro e que tenha uma trilha sonora de tirar o fôlego.
Eu recomendo a leitura com certeza, ainda mais agora que a capa do livro ganhou uma nova cara com a imagem do cartaz do filme!

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Nova capa do livro

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Resenha Cidades de papel

6 jan

Acho que a maioria já leu ou ao menos conhece o livro A culpa é das estrelas e estão ansiosos esperando a estréia do filme não é? pois bem, aproveitando a fama dessa linda história me interessei em ler outros livros do John Green, isso acontece quando eu gosto de um livro e da linguagem usada pelo escritor, me agradou já era, quero ler tudo!

 

Cidades de papel é uma graça, a história te leva a se aventurar junto com os personagens em uma viagem maluca e inesperada para achar uma das garotas mais populares do colégio, Margo. A tal garota além de mais popular é vizinha do personagem principal, Quentin, que esta bem longe de ser o cara mais requisitado do colégio, contudo, ele sempre foi apaixonado por ela além de ter sido bem próximo quando eram crianças.
Sabe aquela tipica história dos amigos de infância que sempre estão juntos mas que ao crescer acabam seguindo caminhos completamente diferentes e sempre tem aquele que se apega mais do que o outro? pois é isso.
A questão é que essa garota bonita e popular não estava assim tão feliz com esse papel, simplesmente usou toda a sua personalidade forte e corajosa para sumir do mapa ( da cidade no caso) deixando somente algumas pistas a ser decifradas ( ou não).
Já que seus pais não se importaram tanto assim em procura-la ( já que era tipico dela fugir de casa) Quentin resolve se juntar com seus amigos e ir atrás daquela que sempre teve um lugar especial em sua vida, mesmo ignorando esse fato.

Eu gostei bastante do livro, li em poucos dias e fiquei vidrada em saber que fim levou essa menina maluca!
Vale a pena por mostrar um lado diferente que alguém pode ter, vai além do óbvio, é bom ter pessoas menos óbvias e mais malucas em nossas vidas, sair da rotina faz bem e o livro mostra que se for feito tudo com responsabilidade ( claro!) viver intensamente nos traz muitas histórias! Indico com certeza.

E agora que venha os próximos livros do John!
Next: Teorema de Katherine.

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daniellydan

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Menino Confuso

As confusões em torno de minha cabeça